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Segunda-feira, 12 de outubro de 2026

Ataques dos Houthis atingem aeroportos de Dammam e Riade na Arábia Saudita

A Autoridade Geral de Aviação Civil (GACA) confirmou que o aeroporto de Dammam, localizado na Província Oriental da Arábia Saudita, foi alvo de uma ofensiva militar neste domingo, 11/10/2026. A ação, reivindicada pelo grupo Houthis, do Iêmen, eleva a tensão regional e coloca em xeque a segurança de infraestruturas estratégicas que conectam o país ao mundo.

Equipes técnicas realizam inspeções detalhadas para dimensionar os prejuízos materiais causados à estrutura aeroportuária. O impacto dessas ofensivas transcende os números, afetando a rotina de milhares de viajantes e a segurança de civis que dependem dessas conexões aéreas para atividades essenciais.

Simultaneamente, o Aeroporto Internacional Rei Khalid, situado em Riade, enfrentou uma nova investida nesta mesma data, 11/10/2026. Um projétil de origem desconhecida atingiu o terminal de passageiros, deflagrando um incêndio de grandes proporções. Este ponto estratégico acumula quatro ataques em apenas cinco dias, intensificando o clima de insegurança no território.

A gravidade da situação foi acentuada por um bombardeio ocorrido em 10/10/2026, que resultou em 13 mortes e mais de 300 feridos. A tragédia vitimou cidadãos de diversas nacionalidades, incluindo sauditas, bengaleses, um americano, um egípcio, um jordaniano, um sírio, um palestino, um sudanês e um indiano, evidenciando o caráter transnacional da crise.

Diante do cenário, o presidente dos EUA, Donald Trump, classificou as ofensivas como inaceitáveis. Em declaração feita neste domingo, 11/10/2026, o líder americano indicou a possibilidade de envolvimento militar dos EUA em operações de resposta, em coordenação com o príncipe herdeiro Mohammed bin Salman, frente ao apoio do Irã aos rebeldes.

O histórico de conflitos entre os Houthis e a Arábia Saudita remonta a 2015, quando a coalizão liderada pelo reino interveio na guerra civil iemenita. Apesar de uma trégua mediada pela Organização das Nações Unidas (ONU) em 2022, as hostilidades persistem sem uma solução definitiva, mantendo civis sob constante ameaça.

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