Ataque a míssil provoca incêndio no Aeroporto Internacional de Riad
A coalizão liderada pela Arábia Saudita no Iêmen confirmou que um projétil não identificado atingiu o Aeroporto Internacional de Riad nesta domingo, 11/10/2026, provocando um foco de incêndio na estrutura do terminal. A ofensiva ocorre em um cenário de insegurança regional, após os houthis, com apoio do Irã, emitirem um alerta formal proibindo o uso do espaço aéreo e das instalações aeroportuárias sauditas.
As defesas aéreas da Arábia Saudita conseguiram interceptar um míssil de cruzeiro próximo ao Aeroporto Internacional Rei Khalid, mas o impacto no Terminal 4 reforça a vulnerabilidade da infraestrutura civil. Este é o terceiro ataque à mesma instalação em apenas uma semana, evidenciando uma escalada crítica na segurança da capital.
O episódio recente soma-se à tragédia do último sábado, 10/10/2026, quando uma ofensiva deixou 12 mortos e mais de 300 feridos. Entre as vítimas, foram confirmados cidadãos dos Estados Unidos, Jordânia, Palestina, Síria, Sudão e Egito, além de sauditas e bengaleses. A gravidade da situação forçou a suspensão das atividades presenciais em instituições de ensino até quinta-feira, enquanto o governo avalia medidas de proteção à população.
Apesar da crise, o Conselho Mundial do Petróleo (WPC) mantém a agenda do congresso de energia em Riad. A segurança das delegações internacionais, incluindo mais de 70 ministros e 300 executivos, permanece sob incerteza, enquanto o Ministério das Relações Exteriores do Iêmen, alinhado aos houthis, ameaça retaliações mais severas caso a Arábia Saudita não interrompa sua presença militar no país.
Em Washington, a administração de Donald Trump monitora o conflito e avalia a possibilidade de intervenção direta contra os houthis, ampliando o espectro de uma guerra que envolve manobras de influência entre Estados Unidos, Israel e Irã.
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