Ação educativa promove conscientização sobre descarte de lixo em Fortaleza
A Fundação Patriolino Ribeiro promoveu uma ação de conscientização ambiental com moradores do bairro Floresta, em Fortaleza, voltada ao combate do descarte irregular de resíduos. O encontro, realizado no sábado, 17/10/2026, na sede da Instituto de Defesa da Cidadania Social (ACFLOR), integrou o projeto “Eu Cuido da Minha Cidade”, iniciativa que reforça a responsabilidade coletiva na preservação dos espaços públicos.
O foco da palestra foi incentivar mudanças comportamentais urgentes. A psicóloga Socorro Fagundes pontuou que o contato direto com a comunidade é fundamental para diagnosticar problemas crônicos e fomentar diálogos sobre a importância de zelar pela infraestrutura urbana, citando, em comparação, a percepção de limpeza urbana em outras capitais como João Pessoa.
O descarte inadequado de lixo gera reflexos diretos na dignidade dos moradores e na saúde pública. Resíduos abandonados em canteiros e calçadas obstruem bueiros, elevando o risco de alagamentos durante o período chuvoso, além de atrair vetores de doenças como ratos e insetos. A orientação principal da atividade foi o uso dos Ecopontos, equipamentos públicos estrategicamente distribuídos em Fortaleza para receber resíduos de forma correta.
Relatos de moradores, como o do auxiliar administrativo João Marcelo, ilustram o desafio cultural da região: mesmo com a presença de três Ecopontos próximos ao bairro Floresta, ainda é comum o descarte clandestino em canteiros centrais durante a madrugada. A situação afeta a convivência e o bem-estar de quem reside nas proximidades e busca seguir as normas de descarte.
Para o presidente da ACFLOR, Ednardo Bezerra, a parceria com a Fundação Patriolino Ribeiro potencializa o alcance das orientações junto a associados, voluntários e servidores. Com quase 40 anos de trajetória, a Fundação Patriolino Ribeiro reafirma, por meio do “Eu Cuido da Minha Cidade”, o compromisso em levar educação ambiental a quem mais precisa, transformando conhecimento em prática cotidiana.
Comentários (0)
Deixe seu comentário