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Domingo, 04 de outubro de 2026

Kassio Nunes Marques monitora integridade das eleições no CICCN

O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Kassio Nunes Marques, presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), realizou uma visita estratégica ao Centro Integrado de Comando e Controle Nacional (CICC) no domingo, 04/10/2026. A inspeção teve como objetivo central garantir a integridade do processo democrático, avaliando em tempo real o monitoramento de crimes eleitorais que possam interferir na liberdade de escolha dos cidadãos em todo o território nacional.

A presença do magistrado no local reafirma o compromisso do Judiciário com a segurança do pleito. Acompanhado por Ademar Borges de Sousa Filho, secretário-executivo do Ministério da Justiça e Segurança Pública (MJSP), pelo diretor-geral da Polícia Federal (PF), Andrei Rodrigues, e pelo diretor-geral da Polícia Rodoviária Federal (PRF), Antônio Fernando Souza Oliveira, o presidente do TSE destacou o fluxo contínuo das operações.

Nunes Marques ressaltou a baixa incidência de problemas até o momento da visita, reforçando a importância de um ambiente pacífico para o exercício da cidadania. "É pedir a Deus que o dia continue assim e que a gente encerre mais esse capítulo da democracia brasileira", declarou o ministro, valorizando o papel das instituições no resguardo da ordem pública.

Dados do monitoramento

No CICCN, as autoridades operam com painéis de atualização constante e relatórios periódicos, integrando informações estratégicas da Polícia Federal (PF) e da Polícia Rodoviária Federal (PRF). Até as 12h30 de 04/10/2026, as instâncias de segurança registraram a instauração de seis inquéritos e a lavratura de 18 termos circunstanciados de ocorrência (TCs).

Os registros ocorreram em diversos estados, incluindo Bahia, Rio de Janeiro, Alagoas, Espírito Santo e Pernambuco, além de outras unidades da federação. Com 59 pessoas conduzidas para esclarecimentos até o balanço parcial, a operação também resultou na apreensão de R$ 789.828,50 em bens e valores, sendo R$ 383.627,50 em espécie. Os crimes de maior incidência identificados pelas autoridades permanecem sendo a propaganda eleitoral irregular e a corrupção eleitoral, com foco no combate à compra de votos.

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