Ir para o conteúdo
Sua Nota Tem Valor Publicidade
Sábado, 10 de outubro de 2026

Eleitores de seis estados voltam às urnas no segundo turno para escolher governadores

O eleitorado de seis estados brasileiros retorna às urnas no próximo dia 25 de outubro de 2026 para decidir quem ocupará o cargo de governador, conforme dados consolidados pelo TSE (Tribunal Superior Eleitoral). A nova votação é fundamental para definir o futuro das gestões estaduais e a representatividade da população, garantindo que a soberania popular seja exercida plenamente após o primeiro turno das eleições 2026.

Enquanto mais de 158 milhões de eleitores brasileiros estão aptos a votar no segundo turno para a presidência da República, a atenção se volta também para a disputa executiva no Acre, Amazonas, Distrito Federal, Espírito Santo, Rio Grande do Norte e Tocantins. A necessidade de um novo pleito nestas regiões reflete a busca por uma definição clara da vontade majoritária dos cidadãos.

No Rio de Janeiro, a situação foi alterada após uma decisão do TSE na quinta-feira, 8 de outubro de 2026. A retotalização realizada pelo TRE-RJ (Tribunal Regional Eleitoral do Rio de Janeiro) neste sábado, 10 de outubro de 2026, confirmou a eleição de Douglas Ruas (PL) ainda no primeiro turno. A mudança ocorreu após a anulação dos votos conferidos a Anthony Garotinho (Republicanos), cujo registro de candidatura foi considerado inapto pelo Tribunal, que constatou a suspensão dos direitos políticos do candidato.

Abaixo estão os nomes que seguem na disputa do segundo turno em 25 de outubro de 2026:

  • Acre: Mailza Assis (PP) e Alan Rick (Republicanos)
  • Amazonas: Omar Aziz (PSD) e professora Maria do Carmo (PL)
  • Distrito Federal: Celina Leão (PP) e Leandro Grass (PT)
  • Espírito Santo: Lorenzo Pazolini (Republicanos) e Ricardo Ferraço (MDB)
  • Rio Grande do Norte: Allyson (União) e Cadu de Lula (PT)
  • Tocantins: Professora Dorinha (União Brasil) e Vicentinho Júnior (PSDB)

A Justiça Eleitoral esclarece que a retotalização, como a ocorrida no Rio de Janeiro, não constitui uma recontagem física de votos, mas uma atualização do sistema para identificar quais votos são juridicamente válidos após alterações no cenário dos candidatos. A decisão do TSE sobre o pleito fluminense é definitiva, tendo esgotado as tentativas de reversão judicial junto ao STF.

Leia também

Comentários (0)

Seja o primeiro a comentar!

Deixe seu comentário

Seu e-mail não será publicado.

Máx. 2000 caracteres 0 / 2000